Meu livro

    

 POEIRA DAS PALAVRAS REPETIDAS, de Francisca Geane Oliveira, trata-se do livro de estreia da poetisa. É composto por 70 poemas, organizados em:

Poeira das palavras repetidas

Introdução dedicada aos papiros ou a poeira das palavras repetidas. Onde o eu-lírico, nos pega pela mão e nos guia ao início, quando a literatura, atendia pelo nome de POESIA. Esta gênese é representada pelos poemas PAPIROS, A POEIRA, AMO e AME. 

As anotações advindas dos tempos remotos da oralidade representadas pelos Papiros, se retiramos A POEIRA, nos resta o AMOR, esse substantivo, esse nome que é dado ao objeto desse sentimento.

Esta introdução é encerrada com o poema AME, a representação da Palavra e nesta habita o Verbo, referindo-se a Ela, a Poesia. Que em forma imperativa, exige que o eu-lírico escreva.

Parte 1-A respeito da poeira das palavras conta com 45 poemas, que versão os sentimentos que rodeiam um poeta como: juventude, aprendizados, amor, amar, sonhos, noite escura, ensina a escrever, dias de sol, dias de chuva, solidão, exílio, querer.

Cada poema nasce como uma partícula viva do que somos, do que sentimos e do que ainda arde quieto em cada um de nós. Ao varrer essa poeira com os olhos, com o coração, o leitor não encontra somente versos, mas vestígios de si mesmo espalhados entre silêncios e repetições. É nessa poeira do que somos ou fomos que talvez resida poesia.

Parte 2 ou A poeira das palavras repetidas contém 20 poemas dedicados aos fenômenos naturais que estão contidos nos títulos dos poemas, tais como: FLORES, FLOREANDO, REDEMOINHO que por essência, se repetem, assumindo vários formatos, tornam-se linguagem que ondulam, germinam, vertem e ressoam nas entrelinhas como a água que nunca é a mesma, embora sempre seja rio.

POEIRA DAS PALAVRAS REPETIDAS é um chamado ao verbo, ao verbo que ama, que sofre, que observa e que insiste em permanecer, mesmo quando tudo silencia. Nos 70 poemas que compõem esta estreia, o tempo, os afetos e os ciclos da natureza se revezam como ecos de uma voz que se escuta ao escrever. 

Trata-se de um livro que não se encerra na última página, pois sua poeira continua a pairar em quem lê, provocando vertigens, delicadezas e repetições que não cansam, mas transformam.


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